Olá!
Quando vou ao centro, gosto de pegar as mensagens e textos disponíveis - e sempre que posso, dou uma lida - cada vez que a gente lê, entende de um jeito diferente.
De vez em quando, vou colocar algumas mensagens aqui, para que outras pessoas também possam ter contato com esses textos tão edificantes. Espero que apreciem!
Abraço!
Juliana
"Nesta noite os raios de luz são endereçados a esta casa, provenientes dos grupos de oração localizados nas esferas superiores, saciando as necessidades espirituais de cada trabalhador.
Agradecemos pela dedicação e desprendimento dos que cooperam no auxílio aos mais necessitados.
Conhecemos as suas fraquezas e dissabores. Sabemos que procuram auxiliar, este é o intuito principal, trabalhar.
Meus amigos trabalhadores, viemos, nesta noite de luz, dizer-lhes que amamos e esperamos que sejam felizes ao descobrir, dentro de si, a semente da fé que foi depositada por Jesus. Bastará regá-la com amor, perdão e esperança, para que ela possa florescer.
A luz envolve a todos."
"Que a paz esteja com todos neste banquete de luz, em que celebramos a caridade.
Nestes momentos de reflexão natalina, os irmãos esquecidos são relembrados, as crianças órfãos (sic) recebem consolo, os doentes são visitados e as crianças especiais são tratadas como irmãs.
Quanta diferença comportamental existe entre as pessoas nesta data especial! Até os maus são tocados pelas mensagens de Jesus, relembrando o seu nascimento, a sua vinda até a Terra e os seus preciosos ensinamentos.
Pudessem, meus queridos irmãos, ver a luz, que emana do planeta nesses meses que antecedem o natal, agradeceriam ao Pai e pediriam que sempre existisse esta data e que os homens, tocados pela divina esperança e desprendimento material, auxiliassem sempre.
Tudo se transformaria, porque pensamentos positivos seriam emitidos a todo instante.
Pensamentos de amor, para fazer deste natal, o mais feliz dos outros.
Pensamentos de gratidão, pela família reunida.
Preces ao ente querido que partiu.
Meus irmãos, pudessem todos cultivar esta esperança o ano todo.
Pudessem socorrer e aliviar o sofrimento daqueles que não têm o que comer durante todos os dias do ano.
Pudessem sorrir e relevar os defeitos, as mágoas e as palavras pronunciadas com maledicência e inveja, não somente nesta data.
As pessoas se transformariam, a vibração fluídica deste planeta se modificaria e não haveria mais a necessidade de passarem pela dor e sofrimento.
Pedimos, queridos irmãos, que o espírito natalino perdure em todos os dias de suas vidas.
Serão mais felizes e seremos mais felizes, trabalhando com alegria, seguindo os ensinamentos de Jesus."
Mensagens recebidas via psicográfica na noite de 14/12/2005
Grupo de Estudos Psíquicos Ivan Santos de Albuquerque - Sorocaba - SP
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
sábado, 22 de dezembro de 2012
Rick Astley e o Natal
Olá!
Ele não sabe dançar (eu também não). Tem gente que o acha cafona, brega. Uma de suas músicas mais famosas é usada em pegadinhas (já ouviu falar do "rick roll"?), na internet e fora dela.
É um cantor inglês que muita gente não sabe quem é, mas com certeza já ouviu suas músicas - é só procurar, que vai reconhecer alguma. Sou fã dele há mais de 20 anos, desde a época em que estourou nas paradas de sucesso, lá nos anos 80 - época de muita música boa (aliás, uma ótima sugestão de presente pra mim é o CD "Portrait", com músicas de grandes nomes, cantadas por ele. Já tentei comprar, mas é importado, e não quero comprar pela internet)...
Começou com estilo dançante, porém resolveu mudar e seguir o próprio gosto musical - mudou o visual, o estilo das músicas, diminuiu o ritmo... Tinha tudo para ser um grande astro, porém resolveu ser ele mesmo... E acho que é muito feliz desse jeito...
Adoro seu vozeirão, na minha humilde opinião o cara tem muito talento... Tenho certeza que muita mulher já suspirou escutando suas baladas...
Esse é o Rick Astley, que - além de mim - tem muitos fãs em várias partes do mundo. E, para quem quiser verificar se o cara é bom mesmo, seguem
duas músicas para essa época natalina - espero que gostem.
E, pra você que leu até aqui, desejo um Feliz Natal e um ótimo 2013 (que bom que o mundo não acabou, me considero uma sobrevivente - hehehe!). Que a magia do Natal permaneça em nossos corações todos os dias, e pratiquemos os ensinamentos do aniversariante - acho que esse é o melhor presente pra Ele...
Um abraço!
Juliana
Ele não sabe dançar (eu também não). Tem gente que o acha cafona, brega. Uma de suas músicas mais famosas é usada em pegadinhas (já ouviu falar do "rick roll"?), na internet e fora dela.
É um cantor inglês que muita gente não sabe quem é, mas com certeza já ouviu suas músicas - é só procurar, que vai reconhecer alguma. Sou fã dele há mais de 20 anos, desde a época em que estourou nas paradas de sucesso, lá nos anos 80 - época de muita música boa (aliás, uma ótima sugestão de presente pra mim é o CD "Portrait", com músicas de grandes nomes, cantadas por ele. Já tentei comprar, mas é importado, e não quero comprar pela internet)...
Começou com estilo dançante, porém resolveu mudar e seguir o próprio gosto musical - mudou o visual, o estilo das músicas, diminuiu o ritmo... Tinha tudo para ser um grande astro, porém resolveu ser ele mesmo... E acho que é muito feliz desse jeito...
Adoro seu vozeirão, na minha humilde opinião o cara tem muito talento... Tenho certeza que muita mulher já suspirou escutando suas baladas...
Esse é o Rick Astley, que - além de mim - tem muitos fãs em várias partes do mundo. E, para quem quiser verificar se o cara é bom mesmo, seguem
duas músicas para essa época natalina - espero que gostem.
E, pra você que leu até aqui, desejo um Feliz Natal e um ótimo 2013 (que bom que o mundo não acabou, me considero uma sobrevivente - hehehe!). Que a magia do Natal permaneça em nossos corações todos os dias, e pratiquemos os ensinamentos do aniversariante - acho que esse é o melhor presente pra Ele...
Um abraço!
Juliana
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Say you love me...
Olá!
Algumas músicas me inspiram, e essa é uma delas - "Say you love me", do Simply Red. Amo essa música e, vira e mexe, estou esguelando no carro, cantando junto com o CD. Agora que descobri que meus filhos também curtem, ponho na altura inteira, e lá vamos nós - contentes - pelo caminho à escola...
Sei lá, quando escuto essa música, tenho uma sensação de paz, calma, de que a vida é bonita, e nós não precisamos ficar complicando...
Escuta aí... Espero que você goste!
Fui!
Algumas músicas me inspiram, e essa é uma delas - "Say you love me", do Simply Red. Amo essa música e, vira e mexe, estou esguelando no carro, cantando junto com o CD. Agora que descobri que meus filhos também curtem, ponho na altura inteira, e lá vamos nós - contentes - pelo caminho à escola...
Sei lá, quando escuto essa música, tenho uma sensação de paz, calma, de que a vida é bonita, e nós não precisamos ficar complicando...
Escuta aí... Espero que você goste!
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Terminei o Sagarana!
Olá!
Gosto de ler, e hoje estou particularmente feliz, porque terminei de ler um livro que eu estava lendo há muito tempo - Sagarana, um livro de contos, do Guimarães Rosa. É que eu leio de formas diferentes livros diferentes - livros do tipo água com açúcar, ou de leitura mais fácil, sou capaz de devorar num só dia, mas os clássicos (e Guimarães Rosa é um clássico), gosto de "estudar".
"Estudar", pra mim, é ler procurando alguns significados de palavras no dicionário (não todas, senão a gente não consegue terminar de ler o livro), e retornar um pouco nos trechos mais difíceis - o que torna a leitura mais demorada. Então, às vezes, estou lendo mais de um livro ao mesmo tempo - um "água com açúcar", e outro "de estudo" - quando canso de um, pego o outro, e vice-versa.
Mas, voltemos ao Guimarães Rosa. Fora o que a gente estuda na escola (não li nenhum livro dele na escola), aquela coisa de "período tal, escritores mais importantes: Fulano, Beltrano, Sicrano...", e escutar na TV que a minissérie Grande Sertão Veredas era baseada na obra dele, nunca mais tive nenhum contato com o Guimarães Rosa, até 2004.
Nesse ano, eu e meu marido fomos conhecer algumas cidades históricas mineiras (já escrevi isso em algum canto por aí, mas não canso de repetir - a gente é doidim por Minas!) - adoramos o passeio. Num certo dia da tal excursão, também conhecemos a simpática cidadezinha natal do ilustre cidadão - a pequena Cordisburgo - que significa "Cidade do Coração". Em Cordisburgo, visitamos a Gruta do Maquiné (ele cita as bandas do Maquiné em algum de seus contos do Sagarana, agora não lembro qual), a casa onde Guimarães Rosa nasceu, onde havia um grupo de crianças recitando trechos de sua obra, os "Miguilins" (Miguilim, pelo que me lembro do que foi explicado na excursão - é o nome de um dos personagens criados por Guimarães Rosa). A casa dele, juntamente com a mercearia de seu pai, foram transformadas em museu. Pena que a visita foi bem rápida...
Então, foi a partir daí, que comecei a "conhecer" um pouco mais a figura de Guimarães Rosa (escrevo "conhecer" porque gosto de saber em que contexto as obras dos autores foram escritas, para poder entendê-las melhor). O cara era realmente uma figura... Formou-se médico, trabalhou em Belo Horizonte, mas também atendeu no interiorzão de Minas Gerais, onde teve bastante tempo para aperfeiçoar sua percepção a respeito dos costumes, paisagens, e personagens reais que serviram de base para seus escritos. Trabalhou no exército, e também atuou como diplomata, tendo inclusive ajudado a salvar vidas de judeus na Segunda Guerra Mundial (você sabia disso? Eu não...). Foi eleito para a Academia Brasileira de Letras e adiou um tempão a cerimônia de posse. Quando finalmente resolveu fazê-lo, morreu de infarto fulminante alguns dias depois...
Logo ao iniciar o livro, tem-se a explicação de que não adianta recorrer ao dicionário, que lá não existem algumas palavras das obras de Guimarães Rosa, porque ele simplesmente as inventou! Veja bem, inventar palavras que façam sentido no meio de uma leitura, não é pra qualquer um não... Tem que ser bão mesmo!
Depois de ler "Sagarana", não sei se lerei algum outro livro dele com tantos bois, cavalos, nhôs, mato... Mas, resumindo, gostei! Me faz lembrar muito das Gerais...
Um abraço pra você, e que venham os próximos livros (hoje comprei dois num sebo - hehehe - delícia!)!
Juliana
Gosto de ler, e hoje estou particularmente feliz, porque terminei de ler um livro que eu estava lendo há muito tempo - Sagarana, um livro de contos, do Guimarães Rosa. É que eu leio de formas diferentes livros diferentes - livros do tipo água com açúcar, ou de leitura mais fácil, sou capaz de devorar num só dia, mas os clássicos (e Guimarães Rosa é um clássico), gosto de "estudar".
"Estudar", pra mim, é ler procurando alguns significados de palavras no dicionário (não todas, senão a gente não consegue terminar de ler o livro), e retornar um pouco nos trechos mais difíceis - o que torna a leitura mais demorada. Então, às vezes, estou lendo mais de um livro ao mesmo tempo - um "água com açúcar", e outro "de estudo" - quando canso de um, pego o outro, e vice-versa.
Mas, voltemos ao Guimarães Rosa. Fora o que a gente estuda na escola (não li nenhum livro dele na escola), aquela coisa de "período tal, escritores mais importantes: Fulano, Beltrano, Sicrano...", e escutar na TV que a minissérie Grande Sertão Veredas era baseada na obra dele, nunca mais tive nenhum contato com o Guimarães Rosa, até 2004.
Nesse ano, eu e meu marido fomos conhecer algumas cidades históricas mineiras (já escrevi isso em algum canto por aí, mas não canso de repetir - a gente é doidim por Minas!) - adoramos o passeio. Num certo dia da tal excursão, também conhecemos a simpática cidadezinha natal do ilustre cidadão - a pequena Cordisburgo - que significa "Cidade do Coração". Em Cordisburgo, visitamos a Gruta do Maquiné (ele cita as bandas do Maquiné em algum de seus contos do Sagarana, agora não lembro qual), a casa onde Guimarães Rosa nasceu, onde havia um grupo de crianças recitando trechos de sua obra, os "Miguilins" (Miguilim, pelo que me lembro do que foi explicado na excursão - é o nome de um dos personagens criados por Guimarães Rosa). A casa dele, juntamente com a mercearia de seu pai, foram transformadas em museu. Pena que a visita foi bem rápida...
Então, foi a partir daí, que comecei a "conhecer" um pouco mais a figura de Guimarães Rosa (escrevo "conhecer" porque gosto de saber em que contexto as obras dos autores foram escritas, para poder entendê-las melhor). O cara era realmente uma figura... Formou-se médico, trabalhou em Belo Horizonte, mas também atendeu no interiorzão de Minas Gerais, onde teve bastante tempo para aperfeiçoar sua percepção a respeito dos costumes, paisagens, e personagens reais que serviram de base para seus escritos. Trabalhou no exército, e também atuou como diplomata, tendo inclusive ajudado a salvar vidas de judeus na Segunda Guerra Mundial (você sabia disso? Eu não...). Foi eleito para a Academia Brasileira de Letras e adiou um tempão a cerimônia de posse. Quando finalmente resolveu fazê-lo, morreu de infarto fulminante alguns dias depois...
Logo ao iniciar o livro, tem-se a explicação de que não adianta recorrer ao dicionário, que lá não existem algumas palavras das obras de Guimarães Rosa, porque ele simplesmente as inventou! Veja bem, inventar palavras que façam sentido no meio de uma leitura, não é pra qualquer um não... Tem que ser bão mesmo!
Depois de ler "Sagarana", não sei se lerei algum outro livro dele com tantos bois, cavalos, nhôs, mato... Mas, resumindo, gostei! Me faz lembrar muito das Gerais...
Um abraço pra você, e que venham os próximos livros (hoje comprei dois num sebo - hehehe - delícia!)!
Juliana
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